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Antidepressivos em Portugal: números que convidam à reflexão

Antidepressivos em Portugal: números que convidam à reflexão

A saúde mental deixou de ser um tema secundário na sociedade portuguesa. As mudanças nos estilos de vida, o aumento do stress, as pressões profissionais e pessoais e a maior consciencialização sobre o tema contribuíram para um crescimento significativo no consumo de antidepressivos ao longo da última década.

Dados recentes revelam uma realidade que merece atenção. Em Portugal, vendem-se em média cerca de 33 mil embalagens de antidepressivos por dia. Só no ano de 2023 foram prescritas aproximadamente 12 milhões de caixas, o valor mais elevado de sempre. Nos últimos 10 anos, a prescrição aumentou cerca de 80%, resultado de uma maior procura de ajuda médica, mas também de uma maior sensibilidade da população e dos profissionais de saúde para os sinais de depressão e ansiedade.

Antidepressivos: entre a necessidade e o estigma

A utilização de antidepressivos ainda carrega algum estigma social. Algumas pessoas evitam recorrer a medidas farmacológicas por receio de críticas, por falta de informação ou por ideias preconcebidas. No entanto, quando existe indicação clínica, a medicação pode desempenhar um papel essencial no processo terapêutico. Em casos moderados ou graves, o antidepressivo representa um apoio concreto que reduz o sofrimento e melhora a capacidade de funcionamento no dia a dia.

Por isso, é fundamental reforçar uma mensagem clara: quem precisa de antidepressivos não deve sentir culpa. Cuidar da saúde mental é tão legítimo quanto cuidar da saúde física. A prioridade deve sempre ser o bem-estar global da pessoa e o restabelecimento da qualidade de vida.

E os caminhos complementares?

Embora a medicação seja necessária em muitos contextos, existem também abordagens naturais que podem complementar o processo, sem substituir o acompanhamento médico. Estas abordagens favorecem o equilíbrio emocional, a vitalidade mental, a regulação do sono e a diminuição do stress, tanto em pessoas que utilizam antidepressivos, como em pessoas que não necessitam de recorrer a medicação.

Entre estas opções encontram-se suplementos de origem natural, nutrientes que apoiam a função cerebral, terapias complementares que promovem relaxamento e equilíbrio interior, e práticas que estimulam a consciência corporal e emocional. Estas alternativas não apresentam contraindicações relevantes quando bem orientadas e podem reforçar a estabilidade emocional ao longo do tempo.

A abordagem integrativa no DaySpa Edite

No DaySpa Edite existe um acompanhamento orientado para o bem-estar físico, emocional e mental. A visão integrativa valoriza a singularidade de cada pessoa e respeita as diferentes necessidades de cada fase da vida.

Entre os recursos disponíveis destacam-se:

Suplementos naturais que apoiam o equilíbrio emocional e cognitivo

Terapias complementares que reduzem o stress e favorecem o relaxamento

Apoio personalizado com foco no bem-estar e na melhoria da qualidade de vida

Esta abordagem não se apresenta como substituto do tratamento médico, mas como complemento, criando um espaço onde o corpo e a mente encontram suporte, acolhimento e equilíbrio.

Conclusão

Os números relacionados com o consumo de antidepressivos em Portugal mostram um crescimento expressivo, mas também revelam uma maior atenção à saúde mental. Essa evolução deve ser encarada como um passo positivo. No entanto, é igualmente importante que as pessoas tenham acesso a soluções seguras e complementares que contribuam para uma sensação mais plena de equilíbrio e bem-estar.

No final, o mais importante é cuidar de si com respeito, informação e consciência, sem culpa e sem juízos externos.

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